Promoção do dia do livro - Tudo o que ela quer


Socorro que agora a AmazonBR liberou todo mundo pra vender livros físicos no site. Claro que eu fui lá inaugurar a opção, né? E pra fazer o negócio bem feito, resolvi fazer uma promoção bem diva para o dia internacional do livro, que tá bem pertinho (dia 23, pipow), o livro físico tá com o FRETE GRÁTIS e custando a bagatela de R$14,99 (Comprando aqui) e o ebook Kindle tá R$1,99 e você pode comprar aqui. Mais barato que a sua casquinha do McDonalds na sobremesa.

Quem preferir o metodo antigo, é só ir no meu bloguito e comprar direto comigo pelo pagseguro AQUI.
Para saber mais sobre o livro, adicione no skoob e conheça as aventuras/vida loka da Montezuma.

Beijos da Erika e até a próxima <3

Os bonitões do cinema clássico


  Não escondo de ninguém que sou mega fã de filmes antigos! E, sinto dizer, muita gente ainda tem preconceitos, sabe-se lá porquê. Porque é em preto e branco, porque nenhum personagem tinha celular, porque os efeitos especiais eram terríveis, porque os atores eram feios... espera, o quê? Atores feios já não permito! Não consigo nem contar nos dedos a quantidade de bonitões de antigamente por quem eu voltaria no tempo fácil, fácil. Mas meus favoritos? Meus amores das telonas, aí vão:
 
 Marlon Brando:  Todo mundo sabe que o Poderoso Chefão era um partido maravilhoso no tempo dele. Mas, se você assistir a "Um bonde chamado desejo", vai descobrir que ele era ainda melhor do que você imaginava! Por mim ele podia gritar "Stella! Stella!" na minha janela a noite inteira!




James Dean: Tá, admito! Ele tinha uma cabeça gigantesca, mas tenho certeza de que nos dias modernos - e com um corte de cabelo melhor - o sex symbol da Juventude Transviada, nosso Rebelde sem Causa iria ser mais bem cotado que os irmãos Hemsworth. Juntos. Talvez. Tá, nem tanto! Quer dizer, você entendeu... Fala sério! Estou falando de James Dean! Nem devia estar fazendo essas comparações!



Clint Eastwood: Quem iria dizer que o ator e diretor velho, velhaço, caindo os pedaços (sem ofensas, Clint! Todos nós chegaremos lá um dia!) um dia foi o anti-herói do velho oeste de Três homens em conflito (The good, the bad and the ugly), e, cá entre nós, um anti-herói superduper sexy!

 
Quer dizer, é só olhar pro moço que ele colocou no mundo! Que que é isso, Scott? É o que dizem por ai... Filho de peixe, peixinho é.
Hell Yeah, Clint!

E claro, não poderia esquecer meu favorito, meu homem com H do cinema clássico, meu charme em forma de ator, o dono da beleza clássica de estátua grega: Gregory Peck. Não entende a minha paixão? Assista a "A princesa e o Plebeu" (Roman Holiday) tipo hoje e volte aqui para conversar! 


E por falar em filhinhos de peixe, netinhos também valem? Porque a boa notícia é que pelo menos o Gregory deixou um neto à altura: Ethan Peck! Ele tem o mesmo charme, a mesma voz grossa e máscula, consegue ser quase tão bonito quanto o avô e, claro, ainda é novinho, novinho! O Ethan, pra quem não sabe, fez o papel de Patrick Verona na versão em série de "10 coisas que eu odeio em você" (e estava maravilhoso) e anda meio sumido desde então. É, ele não é um ator muito pop! Sabe-se Alá o porquê. Se fosse da minha época eu estava escrevendo um monte de cartinhas pra Toda Teen pedindo um pôster dele na próxima edição da revista.

<3 <3 <3 <3 eternos
Chega logo seduzindo, Greg!

Vida de Escritora #10 - Foi baseado em fatos reais?


Existem várias frases que qualquer pessoa que escreve ouve durante a vida:
"Você vai dar livro pras amigas quando sair, né?"
"Eu já escrevi uma história também!" "Foi mesmo?" "Foi, na aula de literatura da quinta série!"
"Mas você não ganha dinheiro escrevendo? Então por que você escreve?"

Mas não tem uma, umazinha sequer tão terrível quanto: "Foi baseado em fatos reais? E essa personagem... é você né?"
Anh... não! Se chama ficção por um motivo.


Um dia eu lembro de ter visto o John Green dizendo algo parecido. Tipo: "deixem os autores em paz! Eu também não sou nenhuma menina adolescente de 16 anos que teve câncer!"

Talvez tenha uma coisa ou outra que te inspire, mas, na maioria das vezes, é pura invenção. A maioria das minhas histórias vêm de sonhos, então você tira por aí!

Quando resolvi criar o universo de Tudo o que ela quer, eu imaginei que teria alguns problemas. Porque a Sara tem sim algumas características parecidas comigo, mas aposto que tem várias características parecidas com você também. Ela acredita na liberdade, ela acredita tentar ser feliz, nem que você comece procurando pelos lugares errados. Ela até acredita no amor, vez ou outra.

Mas ela é uma pessoa polêmica. Audaciosa. Acho que ela faz  e fala várias coisas de propósito só esperando pra saber quem vai ter peito o suficiente para contestar. Ela faz um monte de gente sofrer, ela colocou o nome do cachorro de Adolf. Ela faz um montão de coisa errada. Essa é ela. É Sara Montezuma. Não é eu. Não tem nada de mim. Eu odeio confrontos, eu morro de medo de decepcionar os outros e acho que Adolf foi um homem terrível responsável pela miséria de muita gente. E essa? Essa sou eu. Erika.

Nós somos duas pessoas completamente diferentes. Mesmo ela tendo saído de dentro de mim - da minha cabeça, e não por outros orifícios.

Eu costumo acreditar que, pra você escrever uma história de verdade, você não pode ter medo. Medo de chocar, medo do seu personagem ser errado demais ou ter problemas demais. Ele é uma pessoa como qualquer outra. Ele fala besteiras, ele faz besteiras e, pra escrever uma narrativa, você simplesmente precisa entrar dentro da cabeça dele. Saber tudo o que ele pensa, os segredos mais sombrios e macabros. E então colocar isso pra fora. Pra mim é assim que histórias funcionam. Tipo all or nothing.

Tem um monte de história que tem personagem racista, assassino, obcecado, fervoroso, preconceituoso, amargurado, cruel... Não quer dizer que quem escreveu a história é desse jeito. No máximo, talvez, as duas pessoas gostem de torta de maçã ou sei lá. Todos nós temos semelhanças, todos nós temos diferenças. Para um autor, o personagem é apenas mais uma pessoa no universo.

E, mais importante, não é porque um personagem falou algo que é exatamente verdade.
A Sara, por exemplo, é mestre em distorcer verdades. E, pelo fato de ela ser a narradora, ela pode até enganar você e você nem sabe. Sabe aquele negócio de que "sempre existem duas versões para a mesma história?" pois é.  A parte divertida com a Sara é que tudo pode ser verdade. Ou não.

Mas essa é a Sara. Não sou eu. Eu sou sincera. Até mais do que devia. Prometo pra vocês. Então quando eu tiver criado um personagem que é "baseado em fatos reais, tipo assim a minha cara, tipo assim meu alterego" pode deixar que vou contar!

E, se você quer uma dica de escrita: não tenha medo também. Se for pra amenizar toda a história com medo de seus leitores acharem que você é meio psicopata, melhor ficar nas auto-biografias mesmo!

Playlist - Músicas de superação pra escutar no volume mais alto

Existe música pra relaxar, música pra balada, música para os momentos calientes como já mostrei nesse post aqui, mas minhas favoritas são aquelas que a gente coloca no volume mais alto, canta junto e vai, sei lá, procurar as coisas do safado que te deu um pé na bunda e jogar tudo pela janela. Porque eu tenho certeza que, se essa cena da sua vida tivesse trilha sonora, ia estar tocando uma dessas músicas.

Poder e superação, aqui vamos nós!

1- Kelly Clarkson - Since U Been Gone 
Essa é pra gritar, pular e desafinar horrores no refrão porque... né? Ninguém aqui é a Kelly Clarkson. Mas quem se importa? Os vizinhos que chamem a polícia. Ou uma ambulância com camisa de força!

 
 
2- Destiny's Child - Survivor
A adolescente dentro de mim, aquela que mal sabia o verbo To be e não fazia ideia do que a música falava, já sonhava em ser ao menos 10% tão diva quanto a Kelly, a Bey ou a Michelle. Elas sobreviveram um naufrágio e continuavam lindas, malhadas, maquiadas e bem penteadas. Quer dizer, quem não ia querer isso?

 
 
3- Sara Bareilles - King of Anything
Essa música me ensinou a ser mais eu. Tá, a vida me ensinou a ser mais eu. Mas, se tem uma música que me ajudou a superar alguma coisa, com certeza foi essa. Se Sara Bareilles tivesse escrito essa música pra mim, eu teria acreditado. E, porque eu vivi exatamente a mesma coisa, essa virou minha música girl power favorita!

 
 
4 - Lilly Allen - Fuck You
Reza a lenda que a Lilly Allen escreveu essa música pra o George Bush. De cuzão em cuzão que a gente leva a vida, certo? (Eu podia ter falado isso? Dá processo? Eu sou hater agora?)

 
 
 5 - Gloria Gaynor - I will survive
Genteporfavor, eu passo mal ouvindo essa música! O Hino do girl (e gay) power, que nunca vai ficar ultrapassado! Pode cantar I will survive em qualquer dor de cotovelo que você tiver para o resto da vida que vai ser um sucesso, prometo!

Ps para a patinadora dançarina divando! "Vamos falar em superação, amigue! Você tá ótima!"



Agora, se você quer saber a música que me tira de todas as fossas, aquela que sempre escuto bem alto, com uma garrafa de Desperados na mão, de preferência, vou fazer uma confissão. Não é exatamente mulher poderosa, é só o mais profundo e intenso dos poderes, e se chama Tareco e Mariola, do Flávio José, mais conhecida como "Eu não preciso de você".


Não acredita? Presta atenção na letra um instante:
 
 
Porque, no final das contas, quem é você pra derramar meu mungunzá?
Pensem nisso! Beijos, fui!

Vida de escritora #8 - Criando personagens marcantes

A primeira coisa que um escritor precisa saber é que cada personagem é uma pessoa real. Bem, tá, eu não sou esquizofrênica, eu sei que um personagem não é exatamente uma pessoa real, mas ele é real no mundo em que estou escrevendo. E, tudo, absolutamente tudo na história precisa ser real na minha cabeça e precisa fazer todo o sentido do mundo para que funcione.

E eu adoro, simplesmente adoro livros em que os personagens são tão distintos e tão fortes que cada um deles sobreviveria sozinho onde quer que fosse. Meu exemplo favorito é a série Instrumentos Mortais, da Cassandra Clare. Eu gosto de ver personagens morrendo em livros de aventura, lutas, guerras, porque trás mais veracidade à coisa, mas, com os livros da Cassandra, simplesmente não conseguia escolher quem eu mataria, de qual deles eu sentiria menos falta. Porque mesmo não sendo protagonistas, todos eles traziam um charme a mais para a história. Magnus Bane com aquele jeito blazé e experiente, Alec meio esquentadinho mas sempre leal, Isabelle tão forte e fodona, Jace durão e sexy, Simon metido a engraçadinho, Luke como o pai que a Clary nunca teve, sempre protegendo e aparecendo nas horas certas... Até os vilões tinham lá seu certo charme.

Outra bom exemplo é a série Estilhaça-me. Apesar de ter O.D.I.A.D.O o último livro e achado a trama bem fraca. Na verdade, achei a trama toda da história um pouco fraca e achei que, se tirassem metade da choradeira da Juliette, todos os acontecimentos se resumiriam em um só volume. Mas são quatro palavras, quatro palavrinhas que, na minha opinião, são responsáveis pelo sucesso do livro: Juliette, Warner, Adam e Kenji. Simplesmente porque cada um deles tem uma voz única. De verdade. Aposto que se você colocar falas de cada um deles, embaralhar tudo e retirar os nomes, todo mundo que leu a história vai saber identificar quem falou o quê. A Juliette sempre tão poética e cheia de metáforas, o Adam tão seco e rígido e intenso. O Kenji com sua fala sempre tão fácil, realista, cômica. E o Warner, que foi o personagem mais eloquente que já vi na vida.

E, vou falar pra você, não acho que é fácil criar personagens assim. É um dos maiores desafios de um escritor. Aprender a fazer essa diferenciação, aprender a transformar esses seres míticos que só existem na nossa imaginação em pessoas reais.

Alguns personagens vêm com mais facilidade que outros, tomam seu lugar e você já sabe quem ele é e o que ele faria como se o conhecesse a vida todo. Outros você precisa criar do zero mesmo. E precisa encontrar alguma maneira de conhecê-los bem, bem a fundo. Tipo tomar umas cervejas com ele e ver o que você descobre.
(Por favor, não tome cerveja em um bar com seu personagem! Todo mundo vai achar que você enlouqueceu!)

Tenho duas dicas para ajudar você com isso: A primeira é descobrir quem você quer que o seu personagem seja antes de começar a escrever. Isso porque a história pode tomar rumos completamente diferentes, dependendo de quem é seu protagonista. A segunda, é decidir quem vai ser seu personagem de acordo com o rumo quer que a história tome.

Eu estou sofrendo horrores, HORRORES, no meu novo livro. Já devo ter reescrito umas cinco, seis vezes, porque quero que a história tome um rumo que a personagem que escolhi não consegue tomar. Mas toda a história se passa ao redor dessa trama, se eu mudar a trama, eu mudo tudo. A única solução, mudar a cabeça do personagem. E quem escreve sabe que isso não é fácil. Porque esses safados acabam criando vida própria de uma hora para outra e você que se vire tentando contornar a situação.

Minha trama começa dois meses depois que a Olivia, minha nova protagonista, fugiu meia hora antes da festa de formatura no colégio interno. E então ela passou dois meses desaparecida e, quando volta, ela conhece o Levi - que acabou de terminar um namoro de quatro anos e não quer compromisso - e os dois concordam que não precisam falar sobre amor. Só sexo. E você espera que ela seja uma maluca rebelde feito Sara Montezuma, certo? Mas não, a Oli é rica, elegante, educada e inteligente, ela estudou em colégio de luxo a vida inteira, conseguiu uma vaga para a faculdade nos estados unidos, gosta de escrever histórias e tem uma coleção de tipo 500 livros escondidos embaixo da cama.

Se eu mudar alguma parte da trama, eu vou perder toda a ideia que estou tentando passar. Então o jeito, o jeito foi voltar ao começo mais uma vez e tentar descobrir que tipo de pessoa tem essa vida que estou querendo criar e segue o mesmo rumo da história que está na minha cabeça. E, foi com essa decisão, que resolvi destrinchar a Olivia por inteiro.

Desde o começo. Desde antes de ela nascer. Quem eram os avós dela, quem eram os pais, como eles se conheceram, onde ela nasceu, em que ano, como era passou a infância, como foi o aniversário de seis anos dela, como era um dia de aula da Olivia quando ela estava na quinta série, qual a comida favorita dela, a banda favorita, o filme favorito, que peça de roupa ela tinha no armário há anos e nunca jogava fora, qual o sabor de bolo que ela mais gostava... Resolvi ir a fundo em todos os detalhes, conhecer a Olivia como nem mesmo ela se conhecia, conhecer todos os pontos fracos e fortes, todos os medos e desejos.

Foi só assim, quando ela se desvendou na minha frente, que eu consegui achar o tom certo para a história e para a narração. É uma história em primeira pessoa, em narrativas em primeira pessoa, o pensamento do protagonista está sempre em evidência. E eu precisava conhecer a Oli e todos os segredos dela para que esses pensamentos se projetassem na narrativa E, mais importante, fossem fiéis aos acontecimentos da trama.


E, bom, você pode criar um questionário por conta própria, assim você descobre tudo o que queria saber sobre seu personagem. Foi isso que eu fiz... (e saí com 12 páginas escritas no meu sketchbook sobre a Oli), mas também recomendo que você responda às perguntas de outras pessoas. Só assim você descobre coisas que nunca nem passaram pela sua cabeça, tipo: "Nomeie todos os itens que seu personagem guarda na primeira gaveta da mesinha de cabeceira! Valendo!"

Achei vários formulários de personagens aqui na internet, mas como foi tudo em inglês, resolvi traduzir alguns e postar aqui para vocês!

Adicionar legenda
(ps: É só clicar na imagem que dá pra visualizar ela do tamanho original, o que facilita pra salvar, imprimir, ler, etc.)


E esse, meus amores, é o formulário que eu fiz para a Olivia! Como falei para vocês, foram 12 páginas! Então se preparem que é muita coisa! Mas vale muito a pena, porque agora não existe nada, nadinha sobre a Oli que eu não saiba!



Enorme, né? Mas pra quem tá acostumada a escolher playlists, fotos de personagens, construir e decorar casas no the sims, montar painéis no pinterest, criar looks no polyvore, respirar literatura... é só mais um dia na vida do escritor!

HÁ! Esse post é para você que acha que os escritores só criam personagens que são seu alter-ego e baseados em fatos reais e coisas assim... Suck it! Porque o buraco é bem mais fundo que você imaginava.

beijos e espero que tenham gostado
=D

Projeto Segunda Nacional: Uma princesa em meu lugar - Paula Ottoni

Onde comprar: AMAZON
Gente, to apaixonada! <3 Eu tinha uma ideia de escrever um livro mais ou menos assim, uma personagem moderna, outra personagem princesa medieval. Criei nome de personagens e uma backstory e tudo, mas simplesmente sou péssima com fantasias! Não consegui sair do primeiro parágrafo... então, de repente, encontro essa trama maravilhosa e uma princesa que sai de dentro do quadro! amei.

E a capa também ficou linda, né? Bem a cara do quadro ryco na parede mesmo! Tô aqui me controlaaando pra não baixar na amazon porque, sabe como é, tenho uma lista quilométrica de livros me esperando. Mas sempre tem aquele que conquista seu espaço e entra no topo da lista sem nem pedir licença. Uma princesa em meu lugar com certeza é um desses! Só fico me sentindo culpada por gastar mais dinheiro (nem que sejam os poucos 5,99, que é o valor do livro na Amazon #ficaadica) quando tenho várias outras coisas para ler.

Tô bem naquela vibe: queria o Kindle unlimited, mas o kindle unlimited não posso ter, porque já usei o período de teste e 19,90 por mês minha mãe vai me bater. Preciso de um emprego, pessoal! Essa é a triste realidade.

Mas enfim, já chorei as minhas pitangas, já falei que o livro é lindo e tem cara de ser muito legal/divertido/fofo/mágico. Só falta agora falar que a Paula Ottoni é de Brasília, nasceu em 1992 e parece ser daquelas pessoas que realmente faz as coisas acontecerem! Ela virou pessoa jurídica para poder fornecer os livros dela para livrarias grandes (como Saraiva, FNAC...), escreveu um livro todinho em inglês, chamado Half Moon, que está disponível na Amazon e, pelo que vi no site da autora, ela já assinou contrato com a Gutenberg e tudo. O que, na minha opinião, é o lugar perfeito para ela. Todas essas histórias fofas com princesas, é a cara da Gut né, gente?

Quem quiser saber mais, é só visitar o site dela AQUI, e ver todas as novidades, informações, saber dos livros e contos que ela divulga por lá!